Turma do Tuba

Há quatro anos, a psicopedagoga Talita Muellas, autora do projeto, elaborou estes personagens com o objetivo de trabalhar a inclusão de pessoas de diferentes etnias ou com deficiência nas turmas da Educação Infantil. Era uma maneira original e eficiente de apresentar esses conhecimentos aos alunos.

O projeto contava com roteiros de vídeos de animação em 2d e diferentes histórias. Nesse período, Talita trabalhava numa escola particular, na cidade de Campo Grande/Ms. Em 2014, Rodolfo Carvalho juntou-se ao projeto, hoje ele administra a empresa Turma do Tuba. Nessa parceria, os personagens foram reformulados, as músicas reelaboradas, e foi criado um material pedagógico atualizado, para ser trabalhado em sala de aula.  

 As histórias da Turma do Tuba transmitem valores diversos aos da educação tradicional por introduzirem as crianças no reconhecimento da diversidade que compõe qualquer formação social, a fim de que elas percebam que as pessoas são sempre diferentes umas das outras (de diferentes formas) e iguais em valor, dignidade e respeito.  

 Acredita-se que os primeiros anos de vida de uma pessoa são decisivos para a gênese de sua futura personalidade, nesse período são delineadas as principais características psíquicas, a partir da relação da criança com o meio, de modo que é importante que temas como os trabalhados pela Turma do Tuba apareçam com naturalidade e frequência, fazendo com que as crianças comecem a construir alguns valores morais.

A confecção deste projeto foi rigorosamente refletida para que as cores, os personagens e as temáticas apresentadas nas suas histórias favoreçam o desenvolvimento global da criança, na construção de  novos conceitos.

Os personagens da Turma do Tuba e suas aventuras estão reunidos em um kit à disposição dos pais e de escolas particulares, municipais e estaduais, como material pedagógico para o estudo dos temas transversais.

O objetivo é que esses recursos todos contribuam para a formação das crianças e que cresçam com elas valores caros às relações humanas, sociais e interpessoais, então, quem sabe um dia, ninguém mais sofra ou reforce preconceitos e suas consequências sempre violentas, representando danos tanto pessoais quanto para a coletividade.